quarta-feira, 27 de maio de 2015

About Changes...

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Eze 25:17

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Time to Play...

Era tarde... Na verdade era quase dia...
A euforia tomava conta do rapaz que chegava em casa com as mãos ensanguentadas.  Tudo começou como um assalto, um assalto no meio da noite. Ele caminhava sozinho voltano para casa quando um homem se aproximou e perguntou as horas. Meio desconfiado , o jovem respondeu: "02:30", "ótimo - disse o ladrão tirando uma faca da cintura - passa o relógio e a carteira!". O rapaz parou então erguendo seus braços enquanto o assaltante se aproximava para pegar seus espólios. colocou a mão no bolso do rapaz que, em um bote certeiro arrancou a arma do meliante deixando_o perplexo.
Naquele momento, tenava de idir o qud fazer para não ser procurado pelo bandido.  Até que uma ideia surgiu: "deita a no chão de bruços". "anda, eu to mandando deitar..." - o ladrão deitoj.
O rapaz se aproximou vagarosamente, inclinou-se e, sussurrando ao ouvido do bandido disse: "sabe, eu sempre quis matar alguem... mas nunca tive coragem...só que hoje me sinto mais confortável com isso... o que acaba se tornando um problema... pra você...".
Com estas palavras o rapaz levantou o braço e desferiu um golpe violento nas costas do marginal que gritava desesperadamente.  E assim repetiu uma segunda, uma terceira,  uma vigésima vez.
Aquela sensação lhe fazia tão bem que era quase impossível esconder a alegria e a satisfação. ja quase exausto, o rapaz levantou e abandonou o ja orpo sem vida na calçada,  pegou uma mala, encheu com alguns suprimentos, e nunca mais foi visto vagando pela pelas  ruas escuras.


Ezequiel.exe

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

As massas...

Buenas!

Eu creio não ser o primeiro, tampouco o único ou último à ter deduzido a equação:

E = 1 / Qp

onde:

E = nível de EDUCAÇÃO das pessoas e
Qp = quantidade de pessoas no ambiente

Sei, ela poderia simplesmente ter sido representada com a frase: "O nível de educação do povo é inversamente proporcional à quantidade de pessoas presentes no recinto", que não sofreria alteração, mas ficou bem elegante como está acima.



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Agora eu começo à compreender o que eu ouvi o Raul cantando: "...gente tá sempre querendo chegar lá no alto, pra no fim descobrir, já cansado, que tudo é tão chato...", mas o caminho é longo, escuro e, por vezes, deserto...



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E, como se não bastasse, cada dia mais eu tenho certeza que certo mesmo está o Falcão (aquele nosso grande filósofo): "...como tem gente besta no mundo..."




Chega de reflexão poética sobre as pessoas...

Fui......

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Longe, longe, longe...

Você anda pela rua e, diariamente, encontra diversas pessoas que são completamente estranhas para você. Porém, com o passar do tempo algumas destas estranhas criaturas começam à nos parecer familiares. Neste ponto começamos à entrar no terreno conhecido como rotina.

Todo dia no sinal de trânsito perto do trabalho você olha para sua esquerda e está lá o tio vendendo churros e passando, ora mais à frente, ora mais atrasada, a garota de óculos de aro colorido e longos cabelos negros.

Naquela viagem de metrô diária, tem sempre o tiozinho meio tarado que está lá, em pé, mesmo com lugares vagando, ao lado da mulata de seios fartos, quase derramando a saliva para dentro do decote, por vezes, quase inexistente da mulher.

Seria covardia citar o restaurante, onde você come o seu "grude" diário...

Notoriamente, em alguns passeios pelo centro da cidade ou, como no meu caso, pelo centro de Porto Alegre, você reencontra diversos seres que já habitaram ou habitam seus caminhos, mas continuam sendo seus "conhecidos desconhecidos".

Tenha certeza de que você mesmo é um ser deste tipo para várias pessoas. Muitas destas você nem mesmo registrou ainda, mas elas estão lá, notando você, computando quantos dias você usa seguido o mesmo tênis ou sapato, se fez ou não a barba... sinistramente ocultas, fora de seu campo de visão...

Uma delas me abordou um dia no metrô: - Oi! Você viu o que aconteceu com o seu Nicanor?!

- Não. - Respondi atordoado.

- Parece que foi derrame... - e ficou balançando a cabeça como se estivese confirmando ou esperando que eu elaborasse algum comentário, o que não aconteceu.

Trabalhei o dia inteiro com aquele olhar insano em mente, pensando na confusão mental da mulher... eu não sei até hoje quem é o seu Nicanor, se ele ainda estava vivo ou se já havia morrido, quem era aquela mulher, quantas almas ela deve ter encaminhado para outros mundos ou qualquer coisa assim.

Meu maior problema nisto tudo é não saber se eu era um "conhecido desconhecido" deles, se ela me confundiu com alguém ou se era simplesmente uma senhora completa ou parcialmente maluca que resolveu puxar uma conversa de um modo um tanto quanto inusitado...

O alívio é saber que não era cantada, pois nunca vi alguém começar uma conversa neste tom beirando o macabro...

***

Não matei ninguém e nem morri!!!




segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Até mais 2012!

Buenas!

Muito tempo sem escrever absolutamente nada. Nem mesmo em palavras cruzadas de jornal...

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Um ano vai  outro vem, em uma sucessão de dias e noites que mais parecem um turbilhão sem fim. Não importa o quão correto você siga no caminho, em algum momento você pensará que é uma marola e quando perceber já estará tomando um caldo de uma grande onda.

Minha família acusa minha "falta" de religião, eu acuso o dedo podre para apontar e escolher, em certos campos da vida. Continuamos num impasse.

Esta foi a retrospectiva 2012...

***

Do livro "Policarpo Quaresma" tirei que "um homem quando tem amigos, tem o maior tesouro que se pode conquistar." Me considero afortunado, pois tenho diversos conhecidos, camaradas, poucos "parceiros" e pelo menos dois amigos. Muitos dos que lerem este texto não entenderão, mas tem uma porrada de gente que eu conheço que flutuam num terreno de incerteza em meu gosto. E destes dois eu não incluí parentes, pois a conta talvez não sofresse alteração.

Neste caso, me sinto, ainda que não pareça, um homem afortunado, pois tenho amigo"s", no plural (dois são mais que um, não me amole).

***

Cinco mangos uma lata de 473ml de cerveja quente, horrível ao paladar, com pessoas "feias" no entorno, motorista tentando te atropelar na faixa de segurança e eu achava "caro" pagar dez paus uma cerveja decente importada...

Estou começando à rever meus conceitos de quando a quantidade é melhor que qualidade...

***

Como estou sendo pouco narcizista nestes textos, vou me elogiar um pouco.

Começamos à produzir cerveja em casa... Não. Não é "preta", dois caldeirões já foram feitos, quase totalmente bebidos e não possuímos relatos de intoxicação. Pelo contráro, este segundo lote (com maltes Belgas, água mineral e mais badulaques) tem sido largamente elogiado, o que nos deixa muitíssimo felizes.

O primeiro? Bebemos com muito orgulho... e pouco gás...

Tudo bem, praticamente não tinha gás...

***

E que venha 2013, que leve toda a porcaria que representou 2012, exceto as coisas boas, para o fundo do oceano, onde nem um plancton toque para não se contaminar o coitado.

Até à próxima pessoal!



quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Sobre Partidas Inesperadas... (Prelúdio de um Monstro)

Ele se foi. Sem avisos, sem adeus... Apenas foi... O pai perplexo ajeitava o quarto do rapaz enquanto tentava entender o que havia ocorrido. Queria deixar tudo do jeito que o filho gostava. Seus livros, sua coleção de quadrinhos e os pôsteres que disputavam lugar na parede, junto com as bandeiras de seu time do coração. A dor era imensa, quase inexplicável, mas o homem continuava o trabalho como se nada tivesse acontecido.

Tudo ia bem, até o momento em que aquele jovem senhor, com profundas olheiras, enxergou uma velha foto de seu garoto... As lágrimas inundaram seus olhos, e aquela fortaleza veio abaixo. Sentado na cama do rapaz, com o pequeno porta retratos na mão, o homem avistou um envelope perdido, quase que escondido embaixo de uma das cômodas. Ele pegou o envelope, tentou ler o nome de quem seria o destinatário, mas as letras borradas (provavelmente por lágrimas) não se apresentavam de fácil interpretação. Abriu a carta e começou a ler.

"Esta não é uma carta de amor. Não é uma carta bonita, nem ao menos é uma carta. Este é um grito. Um grito de um homem que perdeu a vontade de viver. De um homem que perdeu seu amor. Lacerado pela dor sem fim, deixo este bilhete à você que me deu uma razão para viver, encheu meu peito com todos os bons sentimentos que existem e logo após me devastou sem piedade... Mas deixo este manifesto, não para me despedir... não para encerrar esta história... Deixo isto como um lembrete, um lembrete para que até o fim de seus dias você nunca esqueça que alguém morreu por seu amor..."




Após alguns momentos de desespero, o pai recobrava o fôlego. Era isso. Uma nova esperança crescia. 'Nada foi por acaso... Existe mais alguém nesta história... Alguém que certamente também está sofrendo com esta perda... - um sorriso estranho brotou no canto da boca do homem - Alguém que certamente terá uma enorme cota de sofrimento... - levantando - Alguém que certamente irá pagar por incontáveis horas e desejará nunca ter pisado neste planeta... E eu me encarregarei disto... É hora da diversão..."



Ezequiel Ward

Visão dos deuses...


“Adoro pessoas... Claro que sim... Me divirto muito com elas... Passo os dias sentado, apenas observando tudo daqui de cima... observando cada um que se ergue a cada dia com uma pequena esperança de fazer a diferença e mudar o mundo... E eles mudam... mudam sendo iguais a todos os outros... usando as mesmas roupas, os mesmos penteados, os mesmos costumes , o mesmo ‘pensamento próprio’ e, coincidentemente, as mesmas vontades e opiniões... Sim, seres humanos... em sua grande parte uma massa cretina e manipulável... um conjunto de indivíduos tão igualmente diferentes, cada um com seus costumes e objetivos, que se rendem completamente e levam sua vida de acordo com os pensamentos alheios, ou se deixam controlar por uma simples caixa... Afinal, a opinião mais importante do mundo é a do outro...”


“Adoro pessoas... Claro que sim...”





Ill McDowell