domingo, 29 de março de 2009

Descobertas atrasadas...

Buenas!!!

Nestes últimos meses, elucidado de minha gigantesca ignorância musical, conheci algumas bandas e músicos que valem a pena mesmo!!!

Ando ouvindo boa música... mas isto é o que eu acho e está, como sempre, sujeito a erros...

Velhas Virgens




Rogério Skylab



Redescobri o Chico Buarque...



O amigo dele, Silvio Rodriguez foi apresentado pela Tida...



Que também me fez descobrir a linda voz da menina do The Carpenters...



Mais umas bugingangas que é pop...



O Josué me mostrou que Matanza tem um som pesado e do caral...



Como sempre eu repito o ditado que um dia foi-me dito, por alguém meu considerado e outrora não, mas que agora (e como sempre) eu complemento: Vivendo e aprendendo (ou não...)!!!

Carlão!!!

sábado, 28 de março de 2009

Para não dizer nada

Buenas!!!

Sinto que deveria postar algo hoje para não passar em branco... mas tive um problema técnico com o material que eu estava preparando...





Então ficarei aqui sentado e gritando como maluco, brincadeira! Vou apenas alerta-los que em breve teremos poesias na banda!!!

Abraços,

Carlão

sexta-feira, 27 de março de 2009

Jabá

Buenas pessoal.

Peço licença pra divulgar a peça de um amigo meu, o Laerte.


Os Conflitos dos Sexos

Grupo Artes & Letras

De 10/04 a 03/05/09

sextas - sábados - domingos
20h

Sala Carlos Carvalho (Casa de Cultura Mário Quintana - POA)


Pra não perder a viagem, vou postar uns videozinhos que gosto:














That's all Folks!

Marcelo

quinta-feira, 26 de março de 2009

America! Fuck you!!!

Buenas!!!

Vocês gostam de filmes de animação? Vocês acham legal filmes de ação? E Thunderbirds, vocês já deram uma bicada?

Bem, não falarei sobre filmes de ação com atores famosos, mas sim sobre o inigualável, TEAM AMERICA - WORLD POLICE. Uma aventura brilhante, dos criadores de South Park, que sem dúvida alguma deve fazer parte de sua lista de filmes favoritos... Se você tiver mal gosto, como nós...

Team America é uma crítica sobre o modo norte americano (vide J. W. Bush, no Aurélio) de resolver os problemas dos outros... por vezes, criando outros maiores...

O Mundo é retratado em uma visão Americanizada, logo, totalmente distorcida... e todos os locais visitados pelos personagens sofrem com as desventuras dos caricatos agentes de uma Swat incompetente...

Com isto o elenco de marionetes de primeiríssima linha, combate o terrorismo para proteger a AMÉRICA e o resto do Mundo, mas uma pergunta não cala: Quem protegerá o Mundo deles?

A ideia de utilizar as marionetes saiu do fato dos criadores do filme não gostarem nem um pouco de atores e atrizes arrogantes de uma determinada acadêmia de cinema...

Eu sei que o filme é velhinho, que já falei sobre ele em outro blog, mas eu juro que nesta postagem de hoje eu não copiei e colei nada... além das fotos...



Ah! E tirem as crianças da sala, pois o filme contém cenas fortes...

Até breve!!!

Carlão!!!

quarta-feira, 25 de março de 2009

E agora Lombardi???

Boa noite crianças!


Hoje serei curto e grosso (¬¬)!!!

Apenas vim para lançar um questionamento (ou dois!):

Onde andará Cleiton (Cleitinho) Larenttis???



Talvez vocês tenham percebido (ou não) que nosso (outro) amigo carcamano não tem dado as caras por um bom tempo!

Então este espaço é dedicado à isso:

Formulem suas teorias e publiquem!!!

Grazie e buonanotte!!!



Ezequiel Wilburry

terça-feira, 24 de março de 2009

BIG BROTHER

Quem esperava uma tese sobre o BBB ou minha opinião sobre quem deve ganhar o programa, pegou o bonde errado. Não ligo a mínima pra isso.

O assunto é na verdade a origem do termo, muito repetido e pouco conhecido. O Big Brother vem de um livro, cuja sinopse vou contar:

1984



Mil Novecentos e Oitenta e Quatro (título original Nineteen Eighty-Four) é o título de um romance escrito por Eric Arthur Blair sob o pseudônimo de George Orwell (também autor do mais popular "A Revolução dos Bichos") e publicado em 8 de Junho de 1949 que retrata o cotidiano numa sociedade totalitária. O título vem da inversão dos dois últimos dígitos do ano em que o livro foi escrito, 1948.

O romance é considerado uma das mais citadas distopias literárias, junto com Fahrenheit 451, Admirável Mundo Novo, Laranja Mecânica e Nós. Nele é retratada uma sociedade onde o Estado é onipresente, com a capacidade de alterar a história e o idioma, de oprimir e torturar o povo e de travar uma guerra sem fim, com o objetivo de manter a sua estrutura inabalada.

Orwell lutou contra as forças fascistas durante a Guerra Civil de Espanha. Embora este seu trabalho tenha sido por muitos interpretado como espelho de uma desilusão com as ideias comunistas, essa visão foi desmentida por Orwell.

No livro conta-se a história de Winston, um apagado funcionário do Ministério da Verdade da Oceania e de como ele parte da indiferença perante a sociedade totalitária em que vive, passa à revolta, levado pelo amor por Júlia e incentivado por O'Brien, um membro do Partido Interno com quem Winston simpatiza; e de como acaba por descobrir que a própria revolta é fomentada pelo Partido no poder. E também de como, no Quarto 101, o chamado "pior lugar do mundo", todo homem tem os seus limites.

A trama se passa na Pista No. 1, o nome da Inglaterra sob o regime totalitário do Grande Irmão (no original, Big Brother) e sua ideologia IngSoc (socialismo inglês), e conta a história de Winston Smith, funcionário do Ministério da Verdade, um órgão que cuida da informação pública do governo. Diariamente, os cidadãos devem parar o trabalho por dois minutos e se dedicar a atacar histericamente o traidor foragido Emmanuel Goldstein e, em seguida, adorar a figura do Grande Irmão. Smith não tem muita memória de sua infância ou dos anos anteriores à mudança política e, ironicamente, trabalha no serviço de retificação de notícias já publicadas, publicando versões retroativas de edições históricas do jornal The Times. Estranhamente, ele começa a interessar-se pela sua colega de trabalho Julia, num ambiente em que sexo, senão para procriação, é considerado crime.

De fato, 1984 é uma metáfora sobre o poder e as sociedades modernas. George Orwell escreveu-o animado de um sentido de urgência, para avisar os seus contemporâneos e as gerações futuras do perigo que corriam, e lutou desesperadamente contra a morte - sofria de tuberculose - para poder acabá-lo. Ele foi um dos primeiros simpatizantes ocidentais da esquerda que percebeu para onde o stalinismo caminhava e é aí que ele vai buscar a inspiração - lendo 1984 percebe-se que o Grande Irmão é baseado na visão de Orwell sobre os totalitarismos de várias índoles que dominavam a Europa e Ásia na época. Stalin, também Hitler e Churchill foram algumas das figuras que inspiraram Orwell a escrever o romance.

O Estado controlava o pensamento dos cidadãos, entre muitos outros meios, pela manipulação da língua. Os especialistas do Ministério da Verdade criaram a Novilíngua, uma língua ainda em construção, que quando estivesse finalmente completa impediria a expressão de qualquer opinião contrária ao regime. Uma das mais curiosas palavras da Novilíngua é a palavra duplipensar que corresponde a um conceito segundo no qual é possível o indivíduo conviver simultaneamente com duas crenças diametralmente opostas e aceitar a ambas. Os nomes dos Ministérios em 1984 são exemplos do duplipensar. O Ministério da Verdade, ao retificar as notícias, na verdade estava mentindo. Porém, para o Partido, aquela era a verdade. Assim, o conceito de duplipensar é plausível a um cidadão da Oceania.

Outra palavra da Novilíngua era Teletela, nome dado a um dispositivo através do qual o Estado vigiava cada cidadão. A Teletela era como que um televisor bidirecional, isto é, que permitia tanto ver quanto ser visto. Nele, o "papel de parede" (ou seja, quando nenhum programa estava sendo exibido) era a figura inanimada do líder máximo, o Grande Irmão.

No livro, Orwell expõe uma teoria da Guerra. Segundo ele, o objectivo da guerra não é vencer o inimigo nem lutar por uma causa. O objetivo da guerra é manter o poder das classes altas, limitando o acesso à educação, à cultura e aos bens materiais das classes baixas. A guerra serve para destruir os bens materiais produzidos pelos pobres e para impedir que eles acumulem cultura e riqueza e se tornem uma ameaça aos poderosos. Assim, um dos lemas do Partido, Guerra é Paz, é explicado no livro de Emmanuel Goldstein: "Uma paz verdadeiramente permanente seria o mesmo que a guerra permanente".

Esse livro inspirou vários artistas e, provavelmente, o melhor disco dos últimos tempos:


1984 x OK Computer




Ouvir Radiohead com atenção é sempre uma experiência interessante, pela quantidade de camadas sonoras e literárias sobrepostas em todas as músicas. Cada nota, ruído ou pausa está lá por uma razão, e parece impossível imaginá-los amarrados de forma diferente. Nessa madrugada em particular, ao ouvir o álbum com a memória inundada pelo livro, palavras impressas e cantadas se misturaram e a idéia ganhou força: se meu sistema límbico é capaz de correlacionar duas experiências, meu raciocínio também é.

A partir de agora, ouça "OK Computer" comigo através das lentes de George Orwell em 1984.

"Airbag", a primeira faixa do álbum começa com uma demonstração sonora do duplipensar. Escute com cuidado, e você ouvirá ao mesmo tempo um cello no canal direito e uma guitarra distorcida no canal esquerdo tocando as mesmas notas. Ouça os canais separadamente se ainda não estiver convencido, e por mais que você saiba que são dois instrumentos diferentes (sabe agora, porque leu esse texto), o sentido estereofônico cria um instrumento único, incorporando a textura de cada um em uma melodia importuna e inquietante, e ao mesmo tempo suave e reconfortante. Após esses dois níveis de dicotomia e duplipensamento simultâneos nos primeiros segundos de música, "Airbag" continua com uma ilustração da dependência do ser humano preso à tecnologia: confie sua vida ao maquinário, e ele cuidará de você. Confie no conforto que o sistema lhe provê, e você estará convencido de que será capaz de tudo.



"Paranoid Android" é inteira uma trilha-sonora para os sonhos que atormentam Winston: O'Brien, as visões da teletela, o seqüestro de sua consciência, o medo da tortura e do quarto 101. Preste atenção à melodia: no meio da faixa, ela sacode os ouvidos com rompantes de fúria característicos do Dois Minutos de Ódio, seguida de momentos de calmaria ("raindown come and raindown on me - From a great height"), novamente interrompidos pelo bálsamo "God loves his children", um paralelo à proteção incondicional do Grande Irmão àqueles que forem fiéis a ele. O conceito do título parece emprestado do personagem Marvin, do "Guia do Mochileiro da Galáxia" de Douglas Adams: o primeiro andróide na história com sentimentos, mas que tinha um defeito: estava constantemente deprimido...

Metáforas à parte, "Subterranean Homesick Alien" é musicalmente uma das faixas mais interessantes do disco. Ao longo dela, guitarras alteradas por vários efeitos denotam vozes alienígenas conversando entre si, uma ilustração lúdica do sentido real do "alien" na música: um homem totalmente deslocado do ambiente que pode chamar de "casa". O primeiro verso descreve bem a contradição entre a realidade crua e o ambiente idealizado por Winston: "The breath of the morning / I keep forgetting the smell of the warm summer air / I live in a town where you can't smell a thing / You watch your feet for cracks in the pavement". Winston vive na superfície, mas sua individualidade está no subterrâneo - tão próximo ao mundo real, mas inatingível no regime de 1984. Provavelmente uma alusão explícita à canção de Bob Dylan "Subterranean Homesick Blues", que diz: "Jhonny's in the basement mixing up the medicine, I'm on the pavement thinking about the government".

Em "Exit Music (For A Film)", existe uma dicotomia irritante: a melodia é extremamente depressiva, enquanto as palavras parecem representar a alegria contida de Winston em sua vida paralela com Júlia ("Wake up from your dreams" - Júlia quase sempre adormecida) nos encontros furtivos do quarto alugado por Charrington. Ao final, toda a raiva de Winston é concentrada em poder dizer ao Grande Irmão o que sente, apoiado na força renovada de seu amor (ou dependência?) por Júlia: "You can laugh / A spineless laugh / We hope your rules and wisdom choke you / Now we are one / In everlasting peace / We hope that you choke, that you choke". A voz de Yorke esmaece, como que perdendo força - ou seria convicção? Ironicamente, esta última canção foi encomendada para os créditos do filme "Romeo + Juliet" de 1996, com Leonardo DiCaprio e dirigido por Baz Luhrmann.

"Let down" dispensa muitos comentários: vazio e esperança se alternam na melodia mais suave do álbum, um sopro de esperança auto-animador mas finalizado pela constatação de que não há muito a ser feito. "One day / I am gonna grow wings / A chemical reaction / Hysterical and useless / Hysterical and let down and hanging around / Crushed like a bug in the ground".



"Karma Police" é uma das canções mais marcantes neste álbum, que remete tanto literalmente quanto literariamente à massacrante e onipresente Polícia do Pensamento. É como se as duas primeiras estrofes ilustrassem Winston e Júlia sendo denunciados, e o poder da organização revelado no verso "This is what you get when you mess with us", cantado friamente, ensinando uma lição quase em tom de pena, tal qual se repreende uma criança. Esse verso remete ao momento exato em que Júlia e Winston são supreendidos pela Polícia do Pensamento no quarto de Charrington, enquanto Winston inocentemente repete para si mesmo "For a minute there, I lost myself".

Ao final de "Karma Police", a sirene sobrenatural distorcida pelo efeito Doppler exagerado dá lugar a "Fitter Happier", trazendo a voz inexpressiva e monotônica sutilmente introduzida ao fundo do refrão de "Paranoid Android" (ouça novamente a faixa 2: "What's that? [I may be paranoid, but not an android]"). As promessas introspectivas de cuidar melhor de si próprio - mas obviamente nunca cumpridas - remetem à preocupação constante de Winston com suas úlceras varicosas e sua saúde constantemente debilitada. Ao mesmo tempo, a sonoridade da voz é exatamente a mesma que você esperaria saindo de uma teletela... Entrecortada sublinarmente com ruídos e música de piano, é como se víssemos Winston sendo claramente hipnotizado, a ponto de confundir as promessas metálicas com as suas próprias.

"Elecioneering" é uma canção que discorre sobre o vai e vem da política, e do poder da mídia - que nada mais é que um meio para divulgação da linguagem. A letra é pequena e a música homogênea demais para permitirem maiores analogias com o livro, mas a hipocrisia política está presente. Repare no clima festivo da melodia, única do disco com essa característica.

"Climbing up the walls" é uma ode ao Grande Irmão, cantada pelo próprio. Repito aqui a letra da música, que chega a ser assustadora, e a interpretação fica a cargo do leitor: "I am the key to the lock on your house / That keeps your toys in the basement / And if you get too far inside / You'll only see my reflection / / I am your face when she sleeps tonight / I am the pick in the ice / Do not cry or hit the alarm / We are friends till we die / And either way you turn / I'll be there / Open up your skull / I'll be there / Climbing up the walls / / It's always best when the light is not on / It's always better on the outside / 15 blows to the back of the head / So lock the kids up safe tonight / And shut the eyes in the cupboard / Do not cry out or hit the alarm / You'll get the loneliest feeling that / Either way you turn / I'll be there / Open up your skull / I'll be there".



"No Surprises" é literalmente uma canção de ninar, como o insconsciente de Winston tentando confortá-lo ao explicar que existe sim uma luz ao fim do túnel: tomar consciência de que nem tudo é como se quer, mas conformar-se e continuar vivendo. Talvez uma trilha sonora para o momento em que Winston finalmente aceita o duplipensar como parte de sua vida, após as sessões de tortura. "A heart that's full up like a landfill / A job that slowly kills you / Bruises that won't heal / You look so tired and happy / Bring down the government / They don't / They don't speak for us / I'll take a quiet life / A handshake / Some carbon monoxide / No alarms and no surprises".

"Lucky" traz alguns versos interessantes, como Winston tentando ignorar O'Brien, esquecendo tudo em seus momentos íntimos com Júlia. "The Head of State has called for me by name / But I don't have time for him / It's gonna be a glorious day / I feel my luck could change" e "Kill me Sarah / kill me again with love" são os trechos que denotam essa passagem do livro. O que se repete em vários pontos da faixa seria Winston consciente do risco que corre, continuamente cantando "We are standing on the edge".

"The Tourist" foi propositadamente excluída por uma razão justa: não foi escrita por Thom Yorke, e tanto sua letra quanto estrutura musical destoam completamente do restante do álbum.

Conclusões
"OK Computer" e "1984" podem estar correlacionados somente por um simples conceito: ambos retratam angústia, depressão e inquietude de um ser humano diante do mundo que o cerca. Um paralelo existente entre quaisquer duas épocas, e também entre o 1984 imaginado por Orwell e o 1997 vivido por Thom Yorke.

O próprio Yorke citou em uma entrevista: "Most lyrics on 'OK Computer' are actually polaroids inside my head". Aliás, no disco "Hail to the Thief", Yorke volta a citar o duplipensar na faixa de abertura.

O nome da faixa? "2 + 2 = 5"





Marcelo Pacheco

Como eu já disse, nunca repito o que falo.
(Falcão )

domingo, 22 de março de 2009

Mais um dia...

Pedro Osório 2016... (texto de Kleidir Ramil)

Só porque sediou o Pan, o Rio quer também organizar as olimpíadas de 2016. Não sei quem toma essas decisões, mas gostaria de apresentar minha proposta: a candidatura da cidade de Pedro Osório.

Nada mais justo pra esse município que traz como origem o nome de Vila Olimpo. É uma cidade predestinada.Nós, os gaúchos, somos o povo mais preparados para sediar tal evento, se levarmos em conta alguns fatores. Por exemplo, a tocha olímpica. Ninguém sabe fazer um fogo como nós. Qualquer índio velho junta umas achas de lenha, acende um fósforo e pronto. E aí, aproveita o braseiro, enfia um naco de picanha gorda no espeto... Não há dúvida, seria uma olimpíada inesquecível.É claro, também teríamos que fazer algumas adaptações. As modalidades esportivas passariam a incorporar jogos mais regionais, como a
Bocha, o Truco e o Jogo do Osso.

O espírito olímpico do Barão de Coubertain – “o importante é competir” – teria que ser alterado para alguma coisa do tipo “não te fresqueia, bagual”. O Boxe poderia ser substituído pela Briga de Baile, mais emocionante. Só termina quando alguém abre a cabeça do outro com uma garrafa de cerveja. Nas artes marciais temos a Queda de Braço e a Guerra de Bosta.Podiam incluir também Bolinha de Gude, Pandorga e Bodoque com Caroço de Cinamomo.

Arco e Flecha é barbada, a gente mexe com isso desde o tempo dos Guaranis. Agora, aquela corrida em que os homens ficam se requebrando com passos de mulherzinha ta proibida. Natação terá Nado de Costas com Poncho em Açude, esporte pra poucos. Hipismo vamos manter, o que não falta é cavalo pra cancha reta.

Tiro ao alvo também, mirando uns maçanicos no banhado.A Esgrima vai usar adagas de verdade, e não aqueles arames fininhos, sem graça. E se tocarem uma rancheira, melhor, daí a coisa vira Dança dos Facões. Futebol será o de campanha – com bota e espora – para se adaptar às condições do estádio, que durante a semana funciona como pastagem para o gado.

A Ginástica Olímpica será substituída, com vantagens, por Chula e Chamarrita. E vamos promover alguns esportes até então considerados menores, como Cuspe em Distância, Peteleco e Halterocopismo. Tudo isso sem falara da festa de abertura: som de 300 bumbos legüeros, apresentação de Gisele Bündchen... E por aí vai. Vamos amadurecer a idéia. Não quero cantar vitória antes do tempo.

Ezequiel

sábado, 21 de março de 2009

O Ctrl+C nosso de cada dia...

Buenas!!!

Hoje para variar vou copiar um e-mail que recebemos tempos atrás, que ficou conhecido até lá pras bandas do Cafezinho, durante os anos de Atlântida...


Como dar comprimido para um gato em 14 lições

01. Pegue o gato e coloque-o em seu braço esquerdo como se estivesse segurando um bebê. Posicione o dedo indicador e o polegar da mão esquerda em cada canto da boca do gato. Pressione levemente para que ele abra a boca. Tão logo isto aconteça, coloque o comprimido em sua boca (na do gato, você não tem pulgas!). Permita que o gato feche a boca e engula a pílula.

02. Pegue a pílula do chão e o gato detrás do sofá. Encaixe-o no seu braço esquerdo e repita o processo.

03. Apanhe o gato no quarto e jogue fora o comprimido molhado de baba.

04. Pegue um novo comprimido, coloque o gato em seu braço esquerdo e segure as patas traseiras com a sua mão esquerda. Force-o a abrir a boca e empurre o comprimido até a garganta com o indicador. Feche a sua boca (a do gato!) imediatamente e conte até 10 antes de soltá-lo.

05. Apanhe o comprimido de dentro do aquário e o gato de cima do guarda-roupa. Peça ajuda a um amigo que você não goste muito.

06. Ajoelhe-se no chão com o gato preso firmemente entre os joelhos, segurando suas quatro patas. Ignore os grunhidos emitidos pelo gato. Peça ao amigo que segure com força a cabeça dele enquanto você abre a boca. Coloque uma espátula de madeira o mais fundo que puder. Deixe o comprimido escorregar pela espátula e esfregue a garganta vigorosamente.

07. Apanhe o gato que está grudado no trilho da cortina e pegue outro comprimido (lembre-se de comprar uma nova espátula e remendar a cortina). Cuidadosamente enrole o gato numa toalha de modo que apenas sua cabeça fique de fora. Peça para o amigo mantê-lo assim. Dissolva o comprimido em um pouco de água, abra a boca do gato com o auxílio de um lápis, despeje o líquido em sua boca (não beba isso!).

08. Veja na bula do remédio se ele é nocivo para seres humanos. Beba um pouco de água para se acalmar. Faça um curativo no braço do amigo e limpe o sangue do tapete com água morna e sabão.

09. Busque o gato no vizinho. Pegue um novo comprimido. Bote o gato dentro do armário da cozinha e feche a porta, mantendo a cabeça do gato para o lado de fora. Abra a boca com o auxílio de uma colher de sobremesa. Jogue o comprimido para dentro da boca com o auxílio de um estilingue.

10. Vá até a garagem e apanhe uma chave de fenda para colocar a porta do armário no lugar. Coloque uma compressa fria nos arranhões do seu rosto e cheque quando tomou pela última vez a vacina antitetânica. Jogue a camiseta rasgada fora e apanhe outra em seu quarto.

11. Chame o corpo de bombeiros para apanhar o gato do alto do poste do outro lado da rua. Peça desculpas ao vizinho que se machucou tentando desviar-se do gato. Pegue o último comprimido do frasco.

12. Amarre as patas dianteiras nas traseiras com uma corda do varal e prenda o gato no pé da mesa de jantar. Coloque luvas de jardinagem. Abra a boca do gato com uma pequena chave inglesa. Coloque o comprimido seguido de um pedaço de filé mignon. Segure a cabeça dele na vertical e derrame meio copo d'água para ajudá-lo a engolir o comprimido.

13. Peça ao seu amigo para levá-lo ao pronto socorro mais próximo. Sente-se tranqüilamente enquanto o médico sutura seus dedos e braços e remove partes do comprimido que ficaram encravadas no seu olho direito. Pare na primeira loja de móveis no caminho de casa e encomende uma nova mesa de jantar.

14. Procure um veterinário que faça atendimento a domicílio.


Até outro dia pessoal!!!


Carlão!!!

quinta-feira, 19 de março de 2009

Buenas!!!

O que mais nos força a visitar o you tube, senão um vídeo de uma mulher do Programa Global nua ou acariciando seu namorado...

Talvez o cansaço tenha me deixado esgotado e muito estúpido, mas não perco meu tempo com futilidades... Prefiro ficar no Orkut, MSN, lendo meus gibis, postando aqui no blog... mas futilidades comigo não tem vez...

Minha mãe chora pelo pobre filho que trabalha tanto... mas esqueceu meus dias de jiboia em casa... Lembro que a melhor parte era ter porranenhumaparafazer o dia todo...

And now, work a lot all day long...

Link para ouvir um Raul

Mas mesmo eu estando aqui sem assunto, sem piadas, sem dinheiro no banco, sem parentes importantes e vindo do interior, vocês continuam (ou não) nos visitando...

Então, aqui tem um link par aum clipe com um som maneiro da banda Velhas Virgens

Mas assim, fica fácil,,,,,

Bem, quando eu tiver assunto eu volto pessoal!!!

Fui!!!

Carlão


terça-feira, 17 de março de 2009

Um tratado sobre “o nada”.

Seinfeld, o programa conhecido como "o programa sobre nada". A maioria da comédia é baseada em factos corriqueiros do dia-a-dia com pontos de vista um tanto excêntricos ou irrelevantes a serem adotados. A premissa é mostrar de onde o humorista Jerry Seinfeld retira o material para suas apresentações. Os personagens são retratados como narcisistas e amorais, apesar disso o programa conseguiu se consagrar como comédia.

Algo que também tornava Seinfeld excepcional era o fato de as histórias de cada personagem começarem independentes mas, ao final do episódio, se juntarem de alguma forma — para piorá-las ou melhorá-las.

Uma famosa marca do programa é a entrada com um baixo em slap e uma percursão feita com o barulho da boca. Toda deixa acaba e começa por estes instrumentos. Esse fato é bastante apreciado em sátiras e homenagens principalmente para dizer aos espectadores que se trata de Seinfeld.

Personagens


Jerry Seinfeld

Humorista à procura de relações com mulheres atraentes, que raramente duram mais do que um episódio. Geralmente detecta logo algum minúsculo defeito nelas, que exagera, levando-o a terminar a relação imediatamente. Está sempre a fazer observações sarcásticas sobre os demais, sendo o que possui melhor posição financeira dos 4 amigos. É também o único a manter a mesma profissão durante toda série. É obcecado por limpeza, cereais de pequeno-almoço, ténis (calçado) e super-heróis, em especial o Super-Homem. Jerry é o único personagem a aparecer em todos os 180 episódios da série.


George Costanza


Neurótico, inseguro, baixo, gordo, careca e pouco esperto, é como o definem. A própria Sony já chegou a ironizar a personagem com a frase: "It sucks to be George Costanza". Mentiroso patológico, George Costanza tem um relacionamento turbulento com os pais, Frank e Estelle Costanza. Teve vários empregos: agente imobiliário, editor de livros da Pendant Publishing, Assistente de Viagens dos New York Yankees, trabalhou para a Kruger Industrial Smoothings e chegou mesmo a trabalhar durante dois dias para a "Play Now", uma firma de material de recreio. As suas relações sempre foram desastrosas. Ironicamente, a sua relação mais desastrosa foi quando ficou noivo de Susan Ross. Os seus principais talentos são mentir e conhecer todos os bons banheiros da cidade. Além de ser um pão-duro nato.

O personagem George Costanza foi baseado no co-criador do programa, Larry David. Quase todas as artimanhas e reacções do personagem reflectem factos verídicos da vida do co-criador do programa, algumas até vergonhosas.

Criou o personagem fictício mais famoso da série: Art Vandelay


Elaine Benes


Assim como Jerry, a vida de Elaine resume-se a procurar relações com gente atraente, apesar de alguns dos seus namoros durarem mais do que os de Jerry. O seu mais memorável relacionamento vai-e-vem é com David Puddy. Trabalhou para a Pendant Publishing, Catálogo J. Peterman e assistente pessoal do abastado Mr.Pitt. Elaine é a síntese de várias conhecidas dos roteiristas, duas delas sendo Carol Leifer, ex-namorada da vida real de Jerry Seinfeld, e outra sendo Monica Yates, ex-namorada de Larry David. No programa, Jerry e Elaine namoraram e terminaram antes do primeiro episódio, ficando amigos depois. Elaine foi para a Tufts University e trabalha como editora. Elaine é por vezes vítima das circunstâncias, entrando em conflito com namorados inadequados ou com excêntricas ordens de seus patrões. Não se importa muito com os problemas dos outros, a não ser que, de alguma forma, lhe envolva diretamente. Tem uma fraqueza pela bebida alcoólica Schnapps, pessoalmente com sabor a pêssego, o que a faz revelar segredos dos outros.


Kramer

Mais tarde (na 6ª temporada) teve seu primeiro nome, Cosmo, revelado. Kramer é o mais excêntrico dos personagens do programa. Normalmente chamado pelo apelido, é famoso pelas suas entradas no apartamento de Jerry, abrindo a porta rapidamente e deslizando para dentro. O seu nome foi revelado pela sua mãe, Babs Kramer, no episódio "The Switch.". Kramer está sempre à procura de alguma maneira de ganhar dinheiro fácil e rapidamente, pensando em invenções ou em esquemas.É amigo de Newman e de muitos outros personagens nunca vistos, como Lomez e Bob Sacamano. Usa mais a comédia física para arrancar risadas do público.

O personagem Cosmo Kramer foi baseado num vizinho de Larry David, Kenny Kramer.

Utilizou vários pseudônimos em situações hilariantes ao longo da série, como H. E. Penny Packer e Dr. Martin/Peter Van Nostrand.

Ezequiel

segunda-feira, 16 de março de 2009

Amenizando...

Buenas!!!

Você anda pela rua, procurando um olhar, um sorriso, um gesto, mas nesta metrópole que começa a ficar cinzenta você consegue apenas cotovelassos, empurrões, olhares reprovadores e indiferença de sobra...

Realmente, nossa capital parace cada dia mais com parte da Europa... fria... com pessoas frias...

Convido o leitor a realizar o mesmo exercício que realizamos algum tempo atrás... Ficar parado com um ou dois amigos, numa esquina qualquer do centro de Porto Alegre e conte quantas pessoas irão pedir "com licença" para poder cruzar por vocês.

Quando realizamos tal evento, Cleiton, um outro amigo e eu, ficamos alguns minutos em uma esquina na Borges de Medeiros e apenas um senhor (já meio senil) pediu educadamente para passar entre o grupo...

O Planeta poderia começar a ser um lugar melhor se nos reeducássemos, pelo menos para ter o devido respeito para com o próximo...

Mas enquanto eu não posso determinar o que comer, beber, vestir e os rumos de toda a baderna, posto um link para um site muito inmteressante, para quem gosta de vislumbrar um pouco a existência fora dos limites da Terra.

Uma vez recebi uma apresentação por e-mail, que me causou mal estar... Neste Link você vai até um dos sites que reproduzem este comparativo na internet... Sinistro é pouco...

O universo é imenso e nossa burrice também...

Carlão!!!


domingo, 15 de março de 2009

...e a estupidez de todas as nações...



Buenas!

Completando o cenário caótico do que o Pacheco postou ontem, teremos o mais animado final de semana da história...

Diz um ditado que uma imagem vale mais que mil palavras... outro diz que recordar é viver... mas continuamos ignorando o aprender com os erros do passado... bem, o quarto nos diz que uma imagem vale mais que mil palavras...

Vou fazer um post à moda fotolog agora...
Gladiadores em Roma

Cristão para alimentar leões

One Cristo...

Torturas medievais 1
Empalamentos

Queimando bruxos

Torturando escravos índios

Queimando mais bruxos...


Holocausto...

Holocausto ainda...
Garrafas encontradas em Hiroshima

A maior cagada (até o momento...)


Sombras... da explosão

Um olho que viu a explosão...

Dops na área...

Bum!

Napalm... Vietnã

Torturas...

11 de Setembro

Apossando-se da América...

Che Guevara

O que sobrou dele...

Estupros...
...

Isabela...

Mais estupros...

Fome...
Holigans

A poupança de papai se foi...
Fim de semana no parque...
Uma família moderna e feliz...
Nem tudo são flores e nem só de pão e circo vive um homem...
Leiam o livro abaixo, O Paraíso Destruido, de um Frei que foi mercador de escravos na época da invasão das américas, mas mudou de idéia ao por os pés no Novo Mundo.
Também leiam O Príncipe, e aprendam como dominar seus subalternos..
Enquanto isto, no inferno... Hades diverte-se enquanto seus desejos de destruição nos dominam...


Carlão!!!