quarta-feira, 24 de novembro de 2010

É dia de festa!!!!


Buenas!!!!

Mais um conto macabro...

Só acontece comigo

Sabe aquele dia em que você levanta da cama, mas a vontade te rebate com uma raquetada tão forte que você acaba cedendo a ela e fica no limbo entre os reinos desperto e dos sonhos? Bem, num dia desses a melhor coisa que deveríamos fazer é retornar para o berço e ceder aos encantos das infinitas areias dos sonhos. Infelizmente para nós, nem sempre isto é possível.

Eram quase dezenove horas e muitas pessoas estavam apressadas para retornar ao seu lar, após um dia cansativo de trabalho. Eu, porém, estava apenas tentando lutar em vão contra o desejo que fora tomando conta de mim e estava forçando a barra para que eu voltasse para a cama. Não que eu fosse (ou seja) um grande e miserável preguiçoso, pois havia trabalhado durante a noite anterior e só tinha me rendido aos chamados de meu sono após o meio-dia.

Com um olhar perdido e cabelos desgrenhados, arrastei-me até o pequeno banheiro de alvenaria, mal acabado e de paredes tortas, se vistas pelo lado de fora, da pequena casa onde vivia com meus pais, duas irmãs, um cachorro, uma catorrita e um gato. Deixei propositalmente as pulgas fora da conta devido a quantidade exorbitante delas que haviam nos bichos de pelo.

Chovia tanto que eu já receava ter de buscar um bote para sair de casa naquela miserável tarde de Dezembro de mil novecentos e guaraná de rolha. Após olhar pela janela e concluir que naquela noite de folga o negócio seria dormir mais algumas horas e tentar tomar um trago no dia seguinte antes, durante e após o almoço, o sujeito que se esconde atrás de muros e fica rindo de nós, também conhecido por destino, quis mostrar-me que ele é quem sabia das coisas, fazendo com que a chuva parasse. Ótimo, pensei eu. Aquela cerveja seria bebida durante a caminhada noturna mesmo.

A mãe chorava: “Filho, não vai pra rua esta noite. Fica em casa e descansa um pouco que você está mal.” Infelizmente, possuo dispositivos que alertam os impulsos animalescos (vide “ignorância” no Aurélio) toda a bendita vez que alguém solta um “não pode”, “não deve”, “você não vai conseguir” ou outros comentários deprimentes que vem no intuito de te largar água fria na cachola. Foi pra mais do que depressa que acordei em definitivo, olhos injetados do mais puro sangue mestiço e um pouquinho de saliva espumando em um canto da boca: “Definitivamente, quem precisa descansar é o Papa.” Mais rápido ainda tomei banho meti uma roupa no lombo, peguei o “camelo” e saí, desejando uma boa noite a todos (você já imaginou o tipo de boa noite, não?!).

Para chegar mais rápido as ruas com pavimentação decente, era muito melhor descer a encosta de um pequeno barranco, por trilhos já bem delineados na grama que corria rasteira. Sem contar que tinha bem menos barro do que em minha rua de chão (mal) batido que àquela altura era um verdadeiro atoleiro. Ao final do trecho desci da magrela e pus-me a dar os últimos passos em direção aos três degraus que me separavam do objetivo inicial da noite: chegar ao asfalto. Foi quando a maionese desandou para meu lado. Assim como caminhava, ainda espumando um pouquinho, pisei justamente no ponto onde havia acumulado um pouco do barro que escorrera pelo barranco abaixo e o tapete foi puxado de meus pés. Com um giro rápido do corpo caí com as costas bem encaixadas no chão e a última visão que tive foi da bicicleta terminando de voltar para cima de meu corpo que jazia derrotado no barro.

Nestas horas eu me lembro de como retornei cabisbaixo, dolorido e sujo e também me volta a cabeça o porque de eu ter passado a ouvir novamente os conselhos de minha mãe...

Ah! Quase esqueço, meu filho nasceu!!!

domingo, 21 de novembro de 2010

Mais um conto...

Buenas!!!

Hora macabra no Já Vi Melhores...

Era mais uma noite fria no congelante inverno gaúcho de 1939. Reunidos em um galpão de madeira mal acabado ao qual chamavam de bolicho, estavam alguns animados senhores bêbados discutindo o valor de um ás de espadas e derramando a cachaça de seus copos por sobre a mesa onde jogavam uma partida de truco. De volta e meia o dono do estabelecimento era obrigado a intervir para acalmar um pouco os parceiros de invernada que já estavam passando da conta e acabavam por deixar as discussões irem tomando o rumo de uma boa briga de facas. "Maldito dinheiro", pensava seu Alcebíades. Por conta de uns trocados os pinguços estavam discutindo e quase acabando com o que deveria ser apenas uma brincadeira entre amigos para auxiliar aquelas horas frias passarem com maior velocidade. Quatro homens jogando e mais três, contando o dono da bodega, cuspindo azedo em um canto e acompanhando de perto a disputa.
A tempestade que chegara no início da noite havia deixado um frio de gelar a alma e os amigos resolveram buscar abrigo no bolicho de seu Alcebíades para passar a noite da folga. Em meio a uma discussão ou outra, surgiam os famosos contos de assombração, os causos de desventuras dos compadres e algumas aventuras nas margens do desconhecido, como se fosse uma tradição, ainda hoje repetida nos botequins de esquina. Mariano, conhecido nas redondezas como chucro e ignorânte, pôs-se a falar, que aquele frio era obra do "Tinhoso" e que ele sabia bem o motivo de tal tormenta. Os parceiros, sabendo das blasfêmias proferidas pelo amigo em noites como aquela, onde a fala já não era a mesma devido ao exagero da pinga, pouco davam bola aos delirios do amigo. Ele insistiu, "que foi perto do estradão para a Capital, numa daquelas encruzilhadas da fazenda do seu Floriano, onde ele havia topado com o bicho de chifre. Naquela noite ele havia selado seu pacto com o dito. Porque ele tinha um pacto com o coisa ruim". Os presentes continuavam ignorando. "E tem mais, ele ficou de me buscar quando meu piá terminasse os estudo. Pois bem, disse a ele, e eu pedi que pelo menos me deixa jogar uma última rodada de truco no bolicho do Alcebíades e tomar um fogo daquela cachaça que ele faz no morro. O bicho disse que ia disparar um tempestade daquela e que ia fazer um frio danado na noite em que ele viria me buscar pra junto dele. É hoje!!!" Os amigos se olhavam e riam. Já não era a primeira vez que Mariano dizia ter o pacto com o demo e nada acontecia, tampouco ele sabia dizer qual era o tal do acordo. Ignoravam e riam. Pelo menos havia parado a discussão sobre a rodada anterior na qual ele não aceitava ter perdido.
Seu Alcebíades passou  contar sobre as bizarrices dos filhotes de que volta e meia nasciam deformados e como era assustador ficar na presença deles, mesmo os bichos não estando mais vivos. De certa feita ele havia ido até a fazendo de seu Nicanor, lá pros lados do Taquarí, e visto um bezerro que nascera com duas cabeças. Mais arrepios, mais cachaça e mais risadas!
Era perto das seis da manhã, a tempestade paraceu estar retornando, o vento voltou a soprar forte, trazendo rajadas de um frio cortante para dentro do galpão, através das grandes frestas existentes na madeira mal cortada e pregada a esmo para formar as paredes do lugar. A luz piscou, enfraqueceu um pouco e retornou. Seu Alcebíades achou melhor garantir e passou um palito de fósforo na caixa e começou a acender algumas lamparinas que já estavam espalhadas pelo salão. Como que por desaforo a luz elétrica resolveu se retirar de vez, acabando a energia. O vento sacudia a estrutura do local perigosamente, paracendo que iria soltar pedaços ou até mesmo cair a qualquer momento.
Todos ouviram as batidas fortes na porta e o grito: "Mariano!" Este virou-se largando o copo sobre a mesa e em meio a uma risada gritou: "Entra vivente, que a porta abre pra fora, levanta o trinco aí pelo buraco e entra!" A voz não tornou a ser ouvida. Uma forte rajada de vento arrombou a porta e circundou o salão por dentro, derrubando algumas garrafas e copos pelo caminho, vindo de encontro a mesa, onde os homens ainda tentavam entender como a porta abrira, jogando Mariano ao chão com cadeira e tudo. Os amigos levantaram e foram ao auxílio do homem caído mas pararam com o susto. Mariano ainda mantinha o sorriso no rosto mas estava estranhamente branco e os olhos parados como se fitasse o teto. Um mais corajoso tocou o amigo e constatou pelo frio da pele e pela falta de batimentos e respiração que o amigo estava morto e não era recente, mas sim coisa de algumas horas.
O cortejo rumou em silêncio para o cemitério da pequena cidade. Ninguém queria conversar sobre o ocorrido, somente à família foi relatado o ocorrido, porém não se entendia o como ou o porque. Até hoje meu avô enche os olhos de lágrimas ao falar da morte estúpida e macabra de seu pai.


sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Onde os fracos não tem vez...

Era uma bela tarde de verão, apesar da vaga lembrança de invernos passados trazida pelo frio que teimava em mostrar sua face, a despeito do radiante sol do meio dia. O jovem herói chegava ao local onde deveria enfrentar seu inadiável destino. E lá estava ele. Prostrado em frente ao recinto fazia uma pausa. Quem o avistasse poderia dizer que o medo se apoderava de sua razão. Mas, em verdade, a única coisa que passava em sua mente, era um tipo de filme que lhe mostrava todo o plano de ação previamente elaborado.
 

Com uma bravura quase d’Artagnesca, nosso herói adentra as portas de sua perdição e depara-se com o primeiro desafio. Em pé, a sua frente, uma horrenda máquina vigiada de perto pela guardiã dos portões. “Decifra-me ou não passarás”, dizia a maléfica criatura. Sem pensar duas vezes, o jovem respondeu as três questões feitas pela máquina e recebeu um pedaço de papel amarelado, no qual constava um código indecifrável.

 
Enquanto avaliava o pequeno escrito, nosso herói ouviu uma suave voz que proferia o código que o mesmo trazia em suas mãos. Seu segundo desafio o aguardava. Uma senhora de ar doce o esperava perto de um balcão coberto de equipamentos quase tão horrendos quanto o enfrentado no primeiro desafio. “O código” bradou a já não tão doce senhora, mudando completamente a expressão de seu rosto. Após novo interrogatório, que se mostrava mais longo do que o último, o jovem herói conquistou o direito de encontrar seu próximo desafio.

 
No canto de uma sala mal iluminada e de poucos móveis, encontrava-se um senhor calvo, de barba igualmente escassa e mãos marcadas pelos sinais do tempo. O velho homem demonstrava ser a personificação da indiferença. Neste momento o bravo jovem sentiu um ar gélido que quase congelava suas pernas. Mas não era frio, era apenas o olhar que vinha em sua direção, como que numa tentativa de ler sua alma. “Sente-se e abra a boca. Agora feche”.

 
Após alguns instantes de silêncio, o homem alcança um pequeno objeto de cor preta que jazia em seu bolso, e faz uma marca em outro pedaço de papel. Pedaço, este, que continha códigos quase tão indecifráveis quanto os contidos no item recebido das mãos da guardiã.

 
“Está bem, você pode passar para a última sala”. Após esta frase, abriu-se a porta às suas costas e uma figura sombria, de estatura mediana e passos firmes adentrou no recinto. “Venha comigo” disse a mulher, já conhecendo o destino do jovem. Cruzando o saguão principal, os dois chegaram a uma sala, que lembrava muito um dos típicos quartos de estalagens que o rapaz já havia encontrado em aventuras anteriores.

 
“Abra seu cinto e deite-se ali”, dizia a mulher apontando para a cama que se encontrava no canto da sala. Ela se aproximou do jovem, puxou sua calça até que a mesma chegasse à metade da coxa e, lentamente, pegou um objeto que, apesar de frágil, trazia uma lâmina afiada.

 
Neste momento o bravo jovem, como que esquecendo-se de sua bravura, tremeu e desejou nunca ter ingressado naquela batalha. Tentando esconder um sorriso sádico no canto da boca, ela ainda acrescentou “Já tomaste Benzetacil antes?”. Mas antes que pudesse responder, o rapaz foi arrematado por uma dor nunca antes vivenciada. A satisfação era presente na face da vil criatura, que ainda acrescentou “Vai doer um pouquinho, mas logo melhora”.

 
Passados alguns minutos, nosso herói deixava o covil das maléficas criaturas. Sua dor física era inexpressível, porém suas amígdalas não tornariam a incomodá-lo novamente. Pelo menos por um bom tempo.




Ezequiel, O Doutrinador

Post de Natal (o verdadeiro Noel)

Mais um ano que está chegando ao fim...

Parece que foi ontem que "estouramos as cidras" e já estamos quase colocando as próximas para gelar!
E, por falar em fim de ano, também estamos nos aproximando de uma das datas (subvertidas pelo instinto captalista) mais importantes do ano: o Natal!

Isso mesmo, o Natal, aqueles dois dias em que todos lembram que os seres humanos mais necessitados existem e resolvem ajudá-los. Mas não vim falar sobre isso. Meu foco aqui é outro. Presentes!

Depois de vários e vários segundos empregados em uma sagaz tentativa de comprovar a existência do velho Noel, cheguei a seguinte conclusão:

NÃO FAÇO A MENOR IDÉIA SE ELE REALMENTE EXISTE...

Mas, se é que ele realmente existe, acredito que existam também algumas falhas nas histórias contadas sobre o tal velho batuta.



Primeira consideração: Papai Noel não mora no Pólo Norte. O mais provável é que ele seja um milionário excêntrico que mora na China. Não acreditam? Pois bem, pensem comigo. Onde mais se encontraria mão de obra suficientemente barata para produzir todo e qualquer tipo imaginável de tralhas? Com o preço da mão de obra lá em baixo (e o mesmo vale para preço da matéria prima, que também seria comprada na China), ele poderia distribuir centenas de milhares de brinquedos sem gastar muito.

Segunda consideração: As lendas dizem que quem fabrica os brinquedos são os elfos. Elfos? Seres baixinhos de cara engraçada e falando em uma língua esquisita? Chineses!!! Os elfos não existem, o que reforça ainda mais a primeira teoria. O pessoal dos direitos humanos não pode criticar a idoniedade de uma pessoa por forçar uma raça que não existe à executar trabalhos escravos. E mesmo que se existissem não se enquadrariam nos direitos humanos, pois não seriam humanos, o que prova que só mencionam elfos para que o velho não se comprometa.

Terceira consideração: As renas. Alguém já viu uma rena de perto? Pois bem, estes adoráveis seres são animais fedorentos, aversos à qualquer tipo de controle humano e tem o péssimo hábito de brigar com seus companheiros e soltar gases. Pessoa nenhuma no mundo gostaria de ficar atrás de duas fileiras contendo estes animais... Se os presentes são entregues, provavelmente é por via de alguma daquelas empresas que efetuam entregas para qualquer parte do mundo em até dois dias. Como o velho é inteligente, ele se utiliza daquele velho truque do "estou fazendo uma caridade" para poder enviar os presentes sem custo de transporte.

Quarta consideração: Cuidado, esta próxima revelação pode ser chocante. O Papai Noel possui fortes ligações com alguém do senado. Por quê? Veja bem, é praticamente impossível saber o nome de todas as crianças que merecem ganhar presentes. Então o esquema funciona da seguinte maneira: Primeiramente o velho sacana, através de seu contato, acessa a base de dados do CENSO e pega o nome de todas as crianças. Depois ele cruza os dados com as listas de todas as crianças que deram entrada em reformatórios, centros de reabilitação e todos os registrados nos "livros negros" das escolas. Os que sobraram recebem presentes!

Quinta consideração: Por fim, ele deduz todas estas "boas ações" na declaração do imposto de renda como obras de caridade.
Bem, até tenho outras provas, mas acho que estas já estão de bom tamanho. Agora só resta uma pergunta. Você ainda vai chamar o Papai Noel de "Bom Velhinho"?


Abraço.





Ezequiel Stone

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Especial de Finados!

Buenas,

Sei que não é de costume do povo do blog publicar dois textos quase que direto, mas... dane-se, hoje é feriado, então tá liberado!

Em nossa sociedade pós-seja-lá-o-que-for-que-tenhamos-passado, a morte sempre foi considerada um tabu. Não estou tentando ser (um pouco mais) hipócrita e dizer que este assunto não me preocupa também. Mas, por hora, esqueçamos de mim!

Como diria o sábio Xicó: “A morte é o único mal irremediável. Aquilo que junta os homens e os bichos num único rebanho de condenados”. Mas acredito que, pelo menos para quem fica, existe um momento pior, o velório.

Você chega ao velório, olha para a família do presunto, tenta pensar em algo reconfortante para falar, imediatamente vira-se para um familiar e cumprimenta com o clássico “oi, tudo bem?”. Tudo bem? Mas que pergunta mais cretina a se fazer para a família de um morto... Mas tudo bem. Você estava nervoso e não sabia o que dizer, é perdoável.

Após as saudações, você caminha até o caixão, olha para o finado, e solta o também clássico “como ele está com uma aparência boa”. Ele está morto... Quão bem pode parecer uma pessoa morta??? Acredito que nesta hora, se fosse possível, o falecido levantaria de seu caixão e jogaria na sua cabeça a primeira coroa de flores que enxergasse pela frente.

Depois de alguns momentos de choro familiar, caso o finado tenha sofrido de alguma doença antes de morrer, sempre aparece alguma outra boa alma para oferecer consolo com um “pelo menos ele descansou”. Vou repetir, ELE ESTÁ MORTO!!! Que ele descansou todos já sabem...

Após o velório vem o cortejo fúnebre. Normalmente alguém da família escolhe alguns dos amigos mais chegados para carregar o caixão até o carro da funerária. Se você for um dos escolhidos, evite comentários do tipo “eu disse que ele precisava de um regime” ou “essa foi a vida dele, sempre carregado pelos amigos”. Também é aconselhável que, durante o cortejo fúnebre, não tente ultrapassar o carro da funerária.

Chegando ao cemitério, aqueles seis sortudos deverão pegar novamente o caixão e, cuidadosamente, colocá-lo na cova onde será enterrado. Acredito que não preciso fazer nenhuma recomendação sobre piadinhas com a palavra enterrar.

Depois do enterro, provavelmente um dos poucos momentos em que a família se reúne, cada um pode retornar à sua rotina e ignorar a existência dos parentes, como aquele seu primo chato que, felizmente, mora no outro estado ou país.








Ezequiel Benson
"I'm still alive..."

Um ano e tanto!!!

Buenas!!!

Não que eu tivesse algo importante para postar e já que estamos quase beirando o ostracismo, vim fazer uma visita ao (quase) abandonado Blog do Já Vi Melhores.

Que ano! Fazendo uma retrospectiva antecipada, o que podemos destacar?

O Brasil não ganhou a Copa...

Os gringos não conhecem (ou não conheciam) o Galvão!!!

Muitos viram o Tiririca sem peruca (na urna eletrônica)!!!

Foram lançados o "Kindle", o "iPad", o "BiGle" e mais uma pá de e-readers... mas pagar US$ 9,00 ou US$ 12,00 um livro digital, tenha dó... vou continuar comprando por R$ 8,90 ou R$ 9,90 os de papel e encher de traças a minha casa...

Teremos uma mulher como Presidente do país!!! Boa sorte Dilma!

O Já Vi Melhores lançou seu primeiro "hit" que não estourou, mas está aí nos You Tube da vida...

Porém, deixando para trás os carros que voam, formigas de milhôes de anos no âmbar e as gafes dos astros e estrelas durante este ano maluco (como se todos os anos não fossem malucos...) até eu comecei a criar o tal do juízo (ou não!?).

A melhor de todas é que vou ser pai!!! Faceiro, pai fresco, pai besta, babão, daqueles que lambem mesmo a cria... bem, todos já entenderam!

Agora é só esperar para ver o que mais este finalzinho de anos nos resserva, além do especial do Roberto Carlos!


Um "UPA" bem apertado!!!