sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Post de Natal (agora não sacaneando o velho Noel)...

Buenas indiada xucra!!!


Em nome de toda a equipe do Já Vi Melhores (pelo menos dos que ainda não foram levados pelo Velho do Saco), quero desejar a todo este bando de desocupados que nos lê




FELIZ NATAL!!!!





Abraços








Ezequiel Noel

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Véspera

Buenas!

Tamos aí, filhote com cólicas, noite insone... Mas continuo faceiro que ele ainda não tá arrancando páginas dos meus gibis e correndo pela casa quebrando as louças da mamãe... Tem tempo pra isto ainda...

Com o sono que me pegou acho que mal tenho habilidade para fazer um teste de baliza, numa motinho qualquer, igual ao cidadão abaixo:





Logicamente, não consegui terminar este post naquela noite... Então, para não perder a inspiração que me acometeu hoje, não vou nem me dar ao trabalho de apagar o texto acima, partindo para um novo rumo neste post quase natalino.

Particularmente, eu fico puto. Chega o final do ano, duas semanas com uma festa em cada. As pessoas passam o ano todo (de Março à meados de Dezembro, não esquecendo que o ano só começa a pós o Carnaval!) fazendo bobagens, trapaceando, mentindo, traindo, chingando, cuidando da vida alheia, me ignorando no Orkut (essa foi pessoal, eu sei), enfim, sendo gente, aquela massa de manobra que está mais preocupada em ter um carro melhor que o do vizinho do que buscar ideais mais nobres como a paz mundial ou um simples auxílio ao próximo e, resumindo, passam a vida mergulhadas em suas rotinas, ignorando o bem estar geral da nação e preocupando-se com seu umbigo. Aí chegam os fatídicos dias do final de Dezembro e tudo vira harmonia, tudo é carinho, tudo scrap de noelzinho, muita hipocrisia, muita lambeção e rasgação de seda. E após o Carnaval, todo mundo ignora todo mundo novamente!!!

We wish you a Merry Christmas and a happy new year!


E sem figgy pudding, nos máximo torta de bolacha Maria!


quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Do fundo do Baú

Buenas!!!

Já faz três semanas que virei trocador de fraldas... Ainda não levei mijo na lata e tampouco melequei meus dedos na bosta. Tres vivas para o Carlão!!! (As roupas do menino, o trocador, as fraldas, toalhas e outros materias próximos não entraram nesta minha conta...)

***

Os meninos jogavam bola na rua, poucos dias após o capeamento com asfalto, o que havia sido uma baita novidade para aqueles moleques que estavam acostumados  perderem os tampos dos dedos no calçamento irregular em que costumavam brincar. Após uma tarde inteira jogando, resolveram sentar-se à sombra das árvores do passeio em frente a casa do Carlinhos (sem referência aos presentes) e puseram-se a discutir e relembrar os lances do jogo. Paulinho, junto de seu primo, circulavam em suas bicicletas novas, duas Monark BMX, o sonho de qualquer guri na década de 80, infernizando os amigos com suas pistolas de bolinhas e espoletas. Passavam pelos amigos efetuando disparos e cruzavam por baixo de um galho de uma pequena árvore para retornar em seguida pelo outro lado e efetuar mais disparos, de tempos em tempos. Tudo era diversão e motivo de risos. Volta e meia desviavam também de uma bolada lançada pelos amigos que eram alvo dos dois moleques malas. O primo de Paulinho estava tentando nova investida, mas encontrava dificuldades para o ataque, pois os meninos estavam revoltados com a brincadeira e já estavam fechando o cerco e ameaçando derrubá-los das bicicletas para em seguida esfolar ambos na base da pancada. Resolveu deixar os meninos em paz e saiu para uma volta na quadra. Paulinho desceu da bicicleta e juntou-se aos amigos para rir das histórias dos lances do jogo, passando um bom tempo e fazendo com que todos esquecessem a história das bolinhas. Eis que surge em disparada o primo de Paulinho, com a pistola em punho e dispara uma bolota certeira na orelha de um dos amigos, enquanto gritava: "Pá! Pá! Ha! Na orelha!!!" Infelizmente, para ele, a velocidade era tão grande quanto a empolgação e o moleque esqueceu do obstáculo a frente, virando o rosto bem em tempo de deixar o nariz bater em cheio no galho baixo da árvore, fazendo com que o menino caisse de costas no chão enquanto a bicicleta andou mais alguns metros sem o condutor. Em meio a risos e olhares preocupados, o primo de Paulinho foi levado ao Pronto Socorro para receber alguns pontos na boca e um pouco de gesso no nariz. Daquele dia em diante, nunca mais foi visto por aquelas bandas o pistoleiro da BMX. Após muitas piadas e tombos imitando o moleque do nariz quebrado, o vizinho cansou da molecada e acabou cortando fora o galho assassino...

***

Em esforço conjunto ao Ezequiel eu ofereço três palito de dente usado de recompensa por informações do paradeiro dos meus conterrâneo de blog...

Este aqui foi retirado do túmulo!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Procura-se...

Buenas.

A maioria de nossos leitores (todos os dois...) devem ter notado que já faz algum tempo que alguns de nossos colegas não dão mais sinal de vida. Ou não notaram, mas não importa.

De qualquer maneira, estou aqui para lançar uma campanha:

Onde diabos estão nossos amigos???

Então, se você viu qualquer um destes mandriões, nos avise...

São eles:


Cleitinho



Marcelo Pacheco





e Zé Leandro





Abraço.


Ezequiel Earp


terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Se o negócio tá ficando sério...

Ninguém acredita que exista vida inteligente na favela. Seres pensantes não escolheriam viver em barracões tão apertados e sem dignidade nenhuma. Este sempre foi o Karma de João. Aonde quer que fosse, era sempre apenas mais um favelado andando na rua. Até mesmo na faculdade todos o encaravam com olhares diferentes. E aquilo o marcava tanto, que João era conhecido por seus colegas como “Amuado”. Amuado, uma palavra que o definia perfeitamente. Com cabeça e ombros sempre baixos, que se somavam aos seus quase um metro e noventa, se fazia difícil não notar sua timidez. Andava sempre olhando para baixo e, às vezes, até esbarrava em pessoas que cruzavam sua frente.

Quando ingressou na faculdade, onde cursava administração graças a uma bolsa de estudos, logo na primeira semana de aula, por ironia do destino, acabou por sentar ao lado de João aquele que se tornaria seu melhor amigo. Isto se caracteriza como uma ironia, não por serem dois jovens se conhecendo em uma sala de aula, mas pelo fato que os dois eram exatamente o oposto um do outro.
 
Vitor era um jovem de classe média-alta, muito falante e de ar europeu. Fazia o típico perfil de “adolescente playboy” e sempre estava rodeado por amigos e garotas. Havia ingressado na faculdade de administração para, futuramente, cuidar da empresa do pai. Vitor quem apelidou João. No começo João tentava ignorá-lo, mas, por mais improvável que pudesse parecer, nasceu entre eles uma grande amizade, regada a boas risadas e lições de casa feitas por João.
 
O garoto do morro e o playboy do asfalto. E assim foi por muito tempo. Era quase impossível ver um sem que o outro fosse visto por perto. Pelo menos na faculdade, pois João desconversava sempre que Vitor pedia para conhecer sua casa.
 
Como já vimos antes, enquanto a popularidade da dupla era “controlada” por Vitor, o sucesso acadêmico de nossos amigos dependia dos esforços de João. Mas, em uma das poucas ocasiões em que Vitor se dispôs a ajudar em um trabalho, os dois foram para sua casa depois da aula, sabendo-se que João não levaria o amigo ao seu barracão.
 
Quando chegaram à rua de Vitor, João se surpreendeu ao ver que as casas possuíam cercas baixas, que quase podiam ser burladas com um simples caminhar. Notou que o chão era limpo e que haviam vários carros luxuosos estacionados na rua. Ao entrar na casa de Vitor a surpresa foi maior ainda. João passava a conhecer um mundo novo, nunca antes visto por seus profundos olhos castanhos. Deslumbre este que acabou logo após o pai de Vitor chegar do trabalho. Um banqueiro altivo e rigoroso que não gostou nada de saber que seu filho havia trazido um favelado para sua casa.
 
E mais uma vez, João sentia que o morro inteiro jazia em suas costas. Após ser praticamente expulso da casa de Vitor, o pobre rapaz decidiu voltar para casa, abandonando seu amigo que parecia ter arranjado problemas por causa da visita indesejada. Porém, enquanto cruzava o portão da casa, João ouviu um ruído abafado e, antes que pudesse se virar, foi surpreendido por Vitor, que havia fugido pela janela do quarto.

Agora o problema era outro. Envergonhado, João tentava convencer o amigo a não visitar o humilde barracão em que vivia com sua mãe e seus quatro irmãos. Mas não foi suficientemente convincente. Como último apelo, rogou ao amigo a não levar nada muito valioso consigo, pois a subida do morro poderia ser perigosa para alguém de fora. Alguns minutos depois, ambos caminhavam em direção a favela.

Chegando na entrada da favela em que morava, João notou que muitas pessoas olhavam Vitor de uma maneira diferente. Não era com tom de ameaça. Também não pareciam ser estranhos à presença de Vitor. Quase no meio da subida, João não se conteve e acusou o colega: “Você já esteve aqui antes...”.
 
“E aê Playboy, veio busca mais?”, gritava ao fundo um rapaz esguio que se aproximava dos dois como se fosse um velho amigo de Vitor. “Sobe João... Sobe...”.
 
O mundo desabava sob seus pés. Como poderia alguém que tem tudo, ir atrás da vida que João tentava esquecer? Sem dizer nenhuma palavra e sem prestar atenção no que acontecia à sua volta, João virou e continuou subindo o morro. Somente algumas horas mais tarde, ouviria no noticiário do rádio que um jovem de classe média teria morrido baleado em uma ação da polícia contra os traficantes.

 
 
 

Ezequiel Young

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Distração!

Megamind

Já faz um bom tempo que as animações deixaram de ser histórias infantis e passaram a tratar de temas mais adultos, com personagens cada vez mais complexos do que a princesinha alienada em perigo e o príncipe bombado de sorriso perfeito, montado em seu belo alazão, correndo (do nada) para salvá-la. Nós, os ditos "adultos", também quebramos paradigmas e passamos a assistir animações sem a desculpa de nossos antepassados de que "tive de assistir com o piá"... Eu mesmo, nunca larguei meus gibis, meus desenhos e sou feliz!!!

Megamente estreiou aqui no Brasil no último final de semana. É um daqueles poucos filmes em que o bandido é o personagem central. Mas não é um 60 segundos, em que o bandido vem roubar uns carros para livrar a cara do mano mais novo. Megamente (Will Ferrel) chegou a Terra junto de Metroman mas tiveram uma educação diferenciada. Assim, Metro man (Brad Pitt), de garoto cheio de poderes, virou o protetor da cidade, enquanto o azulão esquisito acabou virando uma grande (e desastrada) mente criminosa.

Até aí não temos novidades, até que um belo dia Megamente consegue atingir o objetivo de todo o vilão, fritando o "bonitão". Dono da cidade, não tardou para nosso vilão ficar deprimido por não ter concorrente algum.

Para complicar a vida dele, o infeliz decide criar um novo "super" para poder ter um pouco de distração. O novo super herói decide então que é mais legal ser bandido e começa a destruir a cidade para se divertir.

Bem, vão assistir os últimos 5 minutos do filme agora!

 

 Uma boa noite pessoal!!!


domingo, 5 de dezembro de 2010

Molho de tomate!!!

Buenas!!!

Estive tendo alguns momentos de reflexão sobre aquele dito popular "Ser pai/mãe é padecer no paraíso". Já está começando a fazer sentido para mim... Muito sentido!

Bem, para não perder o rítimo, mantendo aquele que me foi alertado pelo meu querido amigo Ezequiel, vou tentar manter umas quarenta postagens de distância para ficar com o posto de maior desocupado da trupe... (não vou computar as horas de Msn dos camaradas, tampouco de chats ou simplesmente dando nota as passantes da rua).

Meu pequeno Ninja!!!

***
Hora do Espanto

- Te disse para andar mais rápido! - Falava arfando, enquanto puxava sua acompanhante pela mão. Era tarde para andar por aquelas ruas, mas mesmo sabendo do pedágio que havia sido instituído pelos meliantes das redondezas eles resolveram aventurar-se por aquelas bandas. Era difícil andar pela estrada acidentada de terra vermelha, principalmente após a tremenda tempestade que havia caído horas antes, que deixava uma perigosa camada de lama no chão, junto com poças dispersas das quais nunca se tem certeza da profundidade e as indigestas armadilhas que a pouca luminosidade proporciona, enganado os olhos mais treinados e fazendo com que se pise em grandes áreas lamacentas onde você jura que o terreno está ao menos firme.
A esta altura andavam em fila por um trecho que permitia uma caminhada mais decente. Já estavam chegando ao final da estrada, onde esta cruzava com as vias cobertas por asfalto. De um terreno baldio próximo à esquina saiu um homem, caminhando apressadamente em direção ao casal. Ao notar a aproximação o homem puxou a mulher e começou a cruzar par o lado oposta da estrada, ato que foi seguido pelo sujeito que vinha no sentido oposto.
Ao chegar próximo do casal o sujeito puxou uma pequena faca e deu voz de assalto à ambos. O sujeito estava visivelmente drogado, visto que cambaleava levemente e balançava desengonçada e perigosamente a faca em frente aos nossos amigos.
Julgando boa a oportunidade, o homem jogou-se sobre o assaltante, torcendo seu pulso e fazendo-o derrubar a faca no chão enlameado. Com um pequeno esforço torceu o braço do meliante para as costas fazendo o pobre diabo prostrar-se ajoelhado no barro. Virou-se para mandar sua mulher correr e esperá-lo mais adiante e teve a surpresa desagradável.


Um segundo assaltante havia chegado por trás do casal e havia colocado uma faca no pescoço da mulher enquanto puxava a ainda desorientada pelos cabelos.
Tentando manter a calma, o homem retirou sua carteira do bolso traseiro da calça, abriu-a e pegou o dinheiro que estava em seu interior e entregou-o ao assaltante que estivera ajoelhado ao seu lado. Pediu que não fizessem mal a mulher e ficou parado com as mãos erguidas, sinalizando estar rendido. O assaltante, sem cerimônia alguma e com um sorriso de deboche no rosto, passou a faca transversalmente ao pescoço da mulher abrindo um grande corte, por onde o sangue começou a escorrer com grande volume e empurrou-a de encontro ao marido.
Sairam correndo para a lateral da estrada e começaram a descer uma encosta para embrenharem-se no matagal que havia mais abaixo. Enquanto isto, o marido enfurecido e desesperado pegou a faca que estava no chão e disparou correndo atrás dos miseráveis.
Avistou-os descendo lentamente o barranco e jogou-se de encontro aos dois, fazendo com que os três rolassem os últimos metros da encosta. Sentia as costelas ardendo e um gosto acre na boca, enquanto se levantava. Notou que o vagabundo que havia assassinado sua esposa também começava a levantar-se, enquanto o outro jazia com um pedaço do cabo da faca aparecendo para fora de uma poça de água e com o fio enterrado em suas costas, morto, provavelmente. Cambaleou até o segundo meliante e desferiu um potente soco na lateral do tórax do infeliz, que urrou de dor e sentiu as pernas afrouxando. Ao apoiar a mão no chão o vagabundo encontrou sua faca e sorriu, cuspindo uma bola mesclada de saliva e sangue. Quando o marido enfurecido chegou próximo para desferir novo golpe, o vagabundo agilmente esquivou-se e desferiu uma facada em seu abdômem fazendo este recuar e levar a mão ao ferimento. O vagabundo, tomado por o sentimento de vitória, levantou-se e começou a ir de encontro ao homem ferido, que conseguiu desvencilhar-se de uma segunda facada e engalfinhar-se ao vagabundo.
Caíram dentro do pequeno córrego formado pela água da chuva que caíra, e o homem ferido, em um último esforço, apertou com ambas as mãos o pescoço do vagabundo e submergiu a cabeça dele na água. O marginal ainda conseguiu desferir uma última facada por entre as costelas do homem, antes de entregar-se aos braços da morte.
O homem tentou erguer-se mas as forças faltaram. Começou a arrastar-se para tentar alcançar a esposa e entre muitos escorregões e mais alguns ferimentos na encosta da estrada, atingiu o topo e olhou na direção em que jazia o corpo já sem vida de sua esposa. Tentou reunir forças para arrastar-se mais um pouco até sua amada, mas as pernas e os braços já não respondiam. Olhou mais uma vez sua amada e, enquanto rolava uma lágrima em sua face seus olhos fecharam-se pela última vez.

Um "UPA" bem forte povo!!!


sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Decepção...

Loucura, insensatez, estado inevitável... Este é um post de revolta, mas também vem recheado de esperanças (de que o armagedom ocorra logo...)!

Não faz muito, cheguei em casa e notei que um membro da família (prefiro nem comentar quem, mas adianto que é alguém de 12 anos...) estava assistindo um DVD. Curioso pela quantidade de gritos, parei na frente da tv para ver do que se tratava. Para minha decepção, o motivo dos gritos (no DVD) era um show, se é que se pode chamar assim, do... dá até repulsa de pensar... Justin Bieber...

Achei incrível o fato de um "pirú" daqueles fazer tanto sucesso... Realmente incrível... Ele se movimenta pra qualquer lado e surge uma nova leva de gritos insandecidos, acompanhados de brados de "Justiiiiiinnnnnn"... Claro, devo confessar que a estratégia usada no show é boa. Como as fãs gritam desesperadamente, eles aumentam o volume dos instrumentos e diminuem o volume da voz dele (ou dela, ainda n descobri), para que ninguém perceba como a criatura canta mal. Como o maldito do volume está muito alto aqui, consegui notar que ele canta mal mesmo.

Mas o que mais me desmotiva nisso tudo, é saber que os adolecentes adoram ele... E pior ainda, estes adolecentes de hoje são o dito "futuro da nação". Imaginem só daqui a alguns anos: "Pois é, minha mãe me deu o nome de Justin em homenagem a um 'cantor' da época dela. Sim, a franjinha também foi idéia dela".

Só pra esclarecer, eu também já fui adolecente. As febres da época eram os Back Street Boys e um outro grupinho desses aí. E, caso ainda haja alguma dúvida, eu já os odiava na época, assim como ainda hoje odeio todo o modismo em geral...

Sabe, depois dos emos e dos coloridos eu pensei que não podia vir nada pior. Parece que me enganei. E isso tudo só serve pra me deixar mais preocupado com o que virá no futuro... Algumas pessoas dizem que eu sou anti-social, mas confesso que está muito difícil não ser. A cada dia que passa aparece uma nova leva de seres detestáveis no mundo...

A minha sorte é que, ao que parece, o DVD terminou. Agora vou deixar vocês pensando aí enquanto continuo me desintoxicando com o Black Sabath.





Ezequiel Quid