domingo, 23 de janeiro de 2011

Amenidades...

Buenas!!!

Recebi críticas da patroa devido a vir aqui só matar gente em alguns contos. Nada muito sério, mas como ainda estou convalescendo das facadas nos ovinhos achei melhor não arriscar.

Já tenho mais de noventa estrelas no Mario Galaxy, só esperando o segundo cometa passar, criar coragem de ir na fase final do Bowser e começar tudo novamente com o Luigi para desbloquear a centésima vigésima primeira estrela, que só aparece depois do jogo zerado duas vezes... Muito trabalho para um senhor de minha idade.

O Domingo está acabando tranquilo, com a chuva como única novidade, não tão imprevisível, porém agradável. Fomos até a casa da mamãe, almoço, retorno para casa, fraldas no bebê, meu curativozinho, uma visita ao hospício e aguardando o dia esvair-se para cair na cama. Talvez amanhã o médico libere para que eu retome minha minhas atividades lentamente, mas bem lentamente, visto que a infecção está sendo vencida. Me falaram, eu sei, que não era pra fazer vasectomia e ir jogar bola, mas sou inveterado, o que posso fazer...

Na semana que vem levo o menino de dez ano para a circuncisão!!! Afinal de contas, família que convalesce unida, gasta mais com a empregada e tele entrega de comida.

Uma boa semana povo!!!

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Supernatural tupiniquim....

Buenas!!!


Eram duas da manhã, havia chovido até poucos minutos atrás. Ela andava apressada rumando ao centro da cidade onde sabia haver um ponto de táxi. Queria voltar o mais rápido para casa e esquecer aquele palhaço com o qual havia saído para tomar umas no barzinho. Nada de mais, o carinha até parecia bom sujeito, mas ela deveria ter desconfiado da sorte com estes encontros casuais na rede. Realmente, seria muita sorte conhecer um carinha no fim de mundo onde viviam, ainda mais pela internet. Que aptidão social deveria ter o infeliz? Ele na certa passava horas e mais horas na frente daquele computador com o teclado gosmento de tanta porcaria derrubada em cima, desde restos de comida até Deus sabe o quê... Mas voltou a sensação de urgência e conferiu novamente o horário no celular. Enganada por meia dúzia de palavras bonitas, logo ela que se julgava tão inteligente e que nunca caíra em cantadas simplórias estava lá, com um idiota que tentou morde-la. Ah! Tenha dó! Ele até que fazia o seu tipo, mas quando bateu o olho nele viu que só podia se tratar de um Nerd viciado em RPG e outras esquisitices, mas mesmo assim, foi ao barzinho com ele e ainda deixou que a beijasse num canto escuro e o filho duma égua mordeu a sua língua. Estava possuída pela raiva. Mas ele teria a paga merecida. Ah, sim, ele teria! Estava cruzando uma praça quando ouviu um barulho e os latidos de cães no caminho por onde viera. Olhou para trás, mas não viu nada. Até pensou, que era só o que faltava, ficar paranóica por causa de um babaca. Mas teve seu pensamento interrompido. Logo a frente, escorado em uma árvore estava um homem, mas ela podia jurar que um minuto atrás não havia ninguém ali. Apertou o passo e baixou a cabeça, mas ao cruzar pelo estranho foi detida. Não podia ser, era ele! O babaca do encontro furado. Quando tentou gritar teve sua boca tapada enquanto recebia uma gravata e ficava imobilizada pelo agressor. O ar começou a faltar e acabou por ficar inconsciente.

Pausa para recreação!!!

And Now... Segue a história....

Acordou dentro de um terreno que podia jurar se tratar de um cemitério, mas não conseguia distinguir bem se as sombras mais adiante eram mesmo sepulturas. Conseguiu sim ver o desgraçado logo adiante agachado em torno de velas coloridas e e manuseando alguns instrumentos e potes. Levantou-se e caminhou até ela com um cálice na mão direita e um punhal na esquerda. Não deu conversas, tampouco explicação. Simplesmente passou a faca no pescoço da infeliz e colheu uma generosa porção de sangue em seu cálice. Retornando ao seu altar improvisado, terminou sua invocação e bebeu o sangue da menina assassinada para seu ritual. ELE viria nesta noite, tinha certeza. Valera a pena esperar meses até a lua certa, conseguir a mulher com a descendência correta e realizar todo o ritual como havia lido a exaustão em seu livro. Aguardou em silêncio, mas notou que não estava mais sozinho quando viu o vulto andando entre os túmulos mais adiante. O homem aproximou-se, parou perto da menina morta e, como era esperado, começou a sorver um pouco do sangue ainda escorria quente do pescoço da pobre mulher. Depois virou-se calmamente para o rapaz ajoelhado em reverência a tão nobre presença, andou até ele, tocou seus cabelos, como que afagando um filho, abaixou-se em frente ao rapaz, sorriu olhando-o nos olhos e desferiu um potente soco, fazendo com que o jovem tombasse já desacordado. Sem a menor pressa, o homem pegou o punhal do chão, rasgou o pescoço do jovem e também sorveu-lhe um pouco do sangue que escorreu da ferida. Levantou-se, deu meia volta e saiu caminhando lentamente para o meio do cemitério desaparecendo na neblina da madrugada.

Até outro dia!!!


terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Sexo, mentiras e video games

Buenas!

Sim, estamos alheios às graças e desgraças do Rio... Não que não nos interesse, mas não estamos aqui para discutir imprudências e desígnios divinos. Longe de nós.

Eu sou do tempo que o Atari era a sensação da gurizada e só filho de classe média para cima possuia um console. Aliás, TV à cores era uma coisa tão refinada que só fui ver dentro de casa já estava com mais de dez... Ainda sinto saudades daquela Philco-Hitachi preto e branco com caixa de madeira, seletor de canais giratório com o anelzinho de sintonia na volta e outro pequeno escondido atrás do aparelho, é, aquele que a gente se fu... para girar e tirar as listras que insistiam em passar na tela do nada, por mais que regulássemos aquela coisa. E veio o Master System, o Mega Drive, o Nintendinho, Super NES, o Nintendo 64, o Playstation e eu estagnei no Gran Turismo... Alguns anos, mais velho, já no segundo casamento, dou-me conta do museu que tenho em casa e fico abestado, olhando um nintendinho tabajara, um Super NES, um Play one atirado e sem fonte de alimentação, o Play 2 na sala, porém ocioso e a nossa nova sensação o Wii. Caracas, redescobri a América e o Super Mario. A mulher já não aguenta mais as discussões e a jogatina do Carlão e do Guilherme na sala, fora as discussões, birras e toda aquela dinâmica intrínseca ao evento. Mas embora eu esteja craque no Wii remote e toda a parafernalha, ainda não decorei os quatro botões dos infernos no Playstation 2, além de ser um bloqueio infame é frustrante pra caramba...

Agora vos deixo para partir em busca da Super Estrela número 90 no Mario Galaxy!!!

Post Cretino e Sem Fundamento...

Buenas indiada xucra!


Estava eu zapeando pela internet quando me deparei com um blog que me chamou a atenção: O Nosso!

Exato, o Já Vi Melhores. Nestes últimos dias tivemos a ilustre aparição do recém ressuscitado Pacheco. Também nos deleitamos com as recentes peripécias do Carlão e sua vontade de não contribuir mais com a possível superlotação do planeta.

Mas o que me chamou a atenção mesmo foi outra coisa. Eu. Notei que ainda não havia postado nada neste ano.

Então, só pra não dizer que nem tentei, deixo aqui mais um post cretino e sem fundamento para seu deleite!


Abraços.




Ezequiel (mais um) Imortal

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

O último dia de farra...

Buenas!

Todos tem uma história triste para contar. Esta é a minha...

A recepcionista me olhou fundo nos olhos e lascou a pergunta: "O senhor depilou?" No que prontamente eu respondi sim, olhando meio de lado e cuidando o resto do pessoal que estava na recepção da clínica e que me encaravam fazendo caras e bocas. Entreguei meu cartão da Unimed, minha habilitação e fiquei em pé, paralisado pela pergunta cretina. Nisso passaram-se cinco minutos de aflição. Então veio uma moça de jaleco branco e bradou meu nome, para que todos ficassem sabendo, o depilado se chama Carlos Alexandre... Comecei a subir a rampa e ela calmamente enquanto lia a minha ficha lascou: "O senhor depilou?" Respondi com um pequeno aceno de cabeça, transparecendo um pouco o meu desconforto com a pergunta recorrente. Fiquei em uma nova sala de espera, aguardando minha vez, quando a terceira moça chamou-me levando-me a um cubículo e pedindo que guardasse meus pertences, colocasse o avental e chinelinhas... Não satisfeita com a humilhação ela, já saindo para ganhar o corredor, cheio de gente, virou-se e lascou: "O senhor depilou?" Ela arriscou, pois eu já estava com um pé de tenis na mão, mas respondi que sim, cordialmente, enquanto tinha a impressão de ouvir risadinhas no corredor. Após perder quase toda a dignidade, saí daquela sala com o avental amarrado fortemente e cuidando para não deixar minha retaguarda desprotegida, mais para não ser alvo de novas risadas do que qualquer outra coisa. Perdi a conta em dez. Mais de dez enfermeiras na sala ao lado da minha, pararam de conversar e rir, olhando para o infeliz de jaleco no corredor, que por acaso era eu. Uma decidiu orientar-me, pedindo que eu aguardasse na sala de onde saira e, não perdendo a oportunidade, gritou: "O senhor depilou?" Aquilo foi uma adaga de prata cravada em minhas costas, mas virei e acenei a cabeça positivamente. Mais um minuto e a enfermeira pediu que a acompanhasse, no que imediatamente me prontifiquei. Chegamos a sala de cirurgia e ela pediu que eu deitasse na mesa, tarefa que foi rapidamente executada. Então entra o cirurgião, com toda a pompa e as mais de dez enfermeiras que estavam na sala ao lado da minha anterior. Pensei comigo, que maravilha, uma sala cheia de mulheres... mas fui interrompido pela voz rouca do médico que me trouxe de volta a realidade: "O senhor depilou?" Juro, quase que eu toquei a mão na orelha dele e gritei: "Não, fiz uns dreds e coloquei borrachinhas coloridas nas pontas." mas me contive e disse sim. Maldita hora que eu disse sim. O médico olhou-me sorridente, correu o olhar pelas moças na sala e disse: "Vamos dar uma olhada!" Inexplicavelmente todas as cabeças na sala, menos a minha, lógico, surgiram atrás dos ombros do cirurgião e começaram a observar. Ele calmamente pegou na ponta do membro, ergeu-o e começou a apontar com o dedo para meus bagos, tranquilo, falando: "como vocês podem ver, faremos uma incisão aqui, outra aqui e efetuaremos o grampo lá..." dez minutos de discurso, com o meu bilau na mão, e dando tapinhas de leve em minha bolsa escrotal, então decidiu começar o procedimento. Braços abertos, amarrados, soro, anestesia, escuridão. Acordei ainda em tempo de ver o médico reclamando que meu soluço havia fedido demais... imagino que não tenha sido um soluço... mas ele mereceu esta paga, por me deixar estéril e brincar de aula de cirurgia com meus bagos...

Antes de sair da clínica, já recuperado o controle do meu corpo, porém com minha moral destruida e com a distribuição de espermatozóides interrompida, meu sogro, conversando com a enfermeira e comigo, perguntou como havia sido a vasectomia e eu me queixei de não ter a dança das dançarinas exóticas, apesar de estar até depilado para a festa, ele parou, olhou no fundo dos meus olhos, e com um sorriso largo no rosto me fez uma pergunta carregada de pura maldade: "Ah! Tu depilou?"

Tenham uma ótima semana enquanto eu volto para a bolsa de gelo...

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

É big, é big, é big!!!!

Buenas!!!

Parece que foi ontem! Nosso blog (que não é lá grande coisa, eu sei) está completando dois anos hoje!!! Caracas!!! Para data tão especial preparamos uma série de festividades!

Agora pela manhã terminou o grande espetáculo das dançarinas exóticas e anões eunucos bezuntados em óleo de rena! Estava extremamente animado!!! Pena vocês terem perdido!

Durante a tarde teremos calor escaldante, regado a troca de fraldas e Tang morango ou frutas cítricas (ainda não decidi o suco)!!!

Fazendo uma retrospectiva básica de nossa curta existência, podemos citar:

- Carlão casou-se novamente...


- Cleitinho fez (junto da tia Zaira) seu pequeno italianinho o nosso amado Bruno!

- Ezequiel passou a aliciar menininhas de dezoito, dezenove anos e curtir sua solteirice enquanto pode...

- Pacheco ganhou alguns cabelos brancos a mais...

- Zé Leandro ingressou no time para dar também seus pitacos...

- Carlão fez o herdeiro, o pequeno Gregory!

- Cleitinho virou empregado padrão!

- Ezequiel continua aliciando as menininhas...

- Pacheco virou funcionário público e ganhou mais alguns cabelos brancos...

- Zé Leandro desapareceu, mudou endereço de e-mail, telefone e nunca mais deu notícias para o povo deste blog...

- Nosso camarada Julio Brix, lembrado ali nos créditos, prefere ficar somente no planejamento do levante, mantendo-se oculto até um momento oportuno...


Gostaríamos de agradecer aos amigos que nos dão força e críticas para que continuemos postando para nossos estimados leitores (todos os dois) e que venhamos a evoluir para um nível aceitável este nosso canto virtual para práticas obscuras!!!


Um feliz 2011 povo!

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Adeus ano velho...

Gente Doida desse Brasilzão.

Não, não é um fantasma, sou eu mesmo. A lenda, o mito: Pacheco.

Como perceberam, continuo modesto, simpático e inteligente como sempre. Mas agora me digam vocês: o que mudou? Hein? Hein?

O Carlão me motivou escrevendo aquelas palavras sobre o natal. Aquela data em que comemoramos a chegada daquele que veio nos trazer alegrias: O Papai Noel...

Ta certo, estou apelando. Mas isso se deve ao fato de eu ter perdido o jeito de postar aqui nesse hospício, por estar ocupado demais com o hospício lá fora.

Mas sei dizer que as pessoas continuam as mesmas: todas egoístas, pensando apenas nelas mesmo ao invés de pensar em mim. Um absurdo.

Falava em mudanças? Ao menos uma ouve. E das impressionantes: Agora temos uma mulher presidente. Com certeza esse mandato fará o país melhorar ou piorar. Estacionar é que não vai. (quem não entendeu a piada digite no google mulher+piadas+direção). Depois do Obama nos esteites, a Dilma aqui... Só falta, pra terminar esse absurdo, um time lá da África, ganhar de um sul-americano num mundial, por exemplo... Mas isso é impossível...

Mas não divaguemos, o que vim fazer aqui é mostrar que estou vivo sim (embora ninguém tenha notado minha ausência). Ta bem Ezequiel, eu li teu post e vi que tu percebeu, agora desmancha o beicinho que não pega bem.


Pois então eis que me despeço. Se perguntam se voltei pra ficar, a resposta é definitiva: Com certeza sim, a não ser que mude. E o que me motivou a esse retorno foram as sábias palavras do filósofo preferido desse rascunho-mal-acabado-de-blogueiro-de-meia-tijela: Falcão!


É melhor estar ao lado de quem você gosta do que pisar desclaço num monte de bosta.


E tenho dito!